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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Flowz = o fluir da realização

É com grande alegria que entro hoje no blog para postar.
A aceitação do público, bem como as novas e produtivas parcerias que tem se firmado com a nossa marca (e digo nossa porque a Flowz não é feita só de quem produz, mas de quem compra, apoia, divulga...) fazem da Flowz o início de um sinônimo de realização, construído com muitas mãos, idéias e sonhos.
Quero agradecer a todos que apoiam, produzem, divulgam e compram a Flowz.
Estamos fluindo muito positivamente e é neste sentido que digo que estou muito feliz em ver acontecer o que estou há anos batalhando: é possível fazer moda sustentável sim, com ativos socias e ambientais e econômicamente viável.

Continuo no propósito...Somando talentos e sonhos. Mudando o mundo na mudança da mente...

Aline Maria

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Flowz em Sampa!

Para quem interessar possa, a FLOWZ está em SP (estou postando diretamente da Av. Paulista). Trouxe peças bem bacanas para vender, mostrar, ou compartilhar por aqui...
A FLOWZ estára durante toda semana no the Hub, Rua Bela Cintra, 409, Consolação (perto do metrô da Consolação, á 3 quadras da Paulista).
Estou participando de um curso promovido pela Ecotece, chamado Princípios do Vestir Consciente.
No dia 12, especificamante, rola uma feira de troca justa promovida pelo ECOTECE, onde além de trocas solidárias, produtos e marcas com a pegada consciente, sustentável e eco, estarão sendo comercializados, incluindo a FLOWZ. =)
Se alguém mora por aqui e estiver interessado em conhecer a marca, pode entrar em contato pelo fone (47) 8855-9971, durante os dias desta semana, até quinta-feira, estarei disponível até ás 19:00h.



the HUB - SP


Conheça o Instituto ECOTECE:
http://www.ecotece.org.br/

Dias iluminados á todos, Aline Maria.

sábado, 7 de agosto de 2010

# Idéias ECO #


No Brasil, moda eco ainda engatinha, mas ganha fôlego.

Até pouco tempo atrás, moda ecológica no Brasil era sinônimo de roupas e acessórios alternativos que passavam longe das passarelas. Mas esse conceito está mudando: estilistas, organizadores dos principais eventos da área e algumas grifes de peso já começaram a virar o jogo. E isso engloba aspectos econômicos, ambientais e sociais – tanto no desenvolvimento das criações das peças como da sua cadeia produtiva.

A preocupação sócio-ambiental ainda está engatinhando no Brasil, se comparada às iniciativas de Londres e de outras capitais da moda. No entanto, nessa temporada de moda outono-inverno, o tema estava presente em várias coleções apresentadas na São Paulo Fashion Week, cujo tema foi justamente a sustentabilidade.

A Osklen, por exemplo, trouxe tecidos ecológicos para sua passarela, como a lã orgânica, o feltro de lã reciclada e a seda ecológica. E muitas dessas peças chegam às lojas no início do mês que vem, como a blusa de tricô masculino de palha de seda e do vestido, da bolsa e da bota feitas com o feltro.

Já a Iódice usou produtos sustentáveis da Amazônia em suas peças, como as sementes que viraram bijuterias desenvolvidas pela designer Francesca Romana Diana. Mas o tema sustentabilidade extrapolou os modelos desta estação. A equipe de estilo da marca vai à reserva de Mamirauá para capacitar artesãos locais e mostrar como melhor aproveitar esses materiais. A ideia é tornar esses profissionais capazes de enfrentar um mercado externo e fornecer produtos para grandes nomes da moda internacional.

Outras marcas nacionais aderiram à reciclagem de materiais. A estilista Isabela Capeto há várias coleções reutiliza tecidos antigos, seja para fazer uma peça ou alguns acabamentos. O mesmo faz Mario Queiroz, que estampa sobre tecidos antigos, dando um ar totalmente novo a algumas de suas criações. Nesta coleção ele também trabalhou com algodão orgânico nas suas camisetas. “Também sugiro ao consumidor utilizar peças de coleções antigas, de brechós ou mesmo de outras marcas. Na moda tudo se recicla, e o estilo permanece”, filosofa Queiroz. Fause Haten reaproveitou tecidos de seu estoque.

Mais ousada e criativa, a Cavalera se inspirou na reforma de seu showroom e reutilizou o que normalmente não faz parte do seu acervo. Ao ver a resistência dos materiais expostos ao sol e à chuva, os estilistas desenvolveram carteiras e bolsas que aliam formas tradicionais a uma matéria-prima inovadora: o saco de cimento.

Já no Rio, a moda verde e ética parece estar mais perto do consumidor. A cidade abriga, por exemplo, a ONG Moda Fusion, que desde 2005 traz estilistas de renomadas escolas de moda francesa para ensinar design às costureiras de cooperativas locais. O resultado são peças fashion usando as técnicas que elas já dominam e que fazem sucesso na Europa.

Muitos acreditam que o Brasil tem tudo para ser a cara do mercado eco-fashion no mundo e que essa pode ser uma plataforma de exportação a ser apoiada pelo governo. Afinal, o mercado externo já valoriza o trabalho artesanal brasileiro, que ganhará mais prestígio se tiver um toque fashion, uma preocupação ambiental e ajudar o desenvolvimento local de populações carentes.

Em setembro do ano passado, o Dona Fusion – um projeto da Moda Fusion em parceria com a loja Dona Flor – participou do salão Maison Objet, em Paris, com cangas decorativas no tecido de PET reciclado em 40 estampas diferentes assinadas por designers brasileiros e franceses. Produzidas por presidiárias de São Paulo do programa Daspre, as peças ganharam exposição na renomada loja de departamento Bon Marché e chegaram às araras das butiques parisienses Merci, L’ Eclaireur e Colette e de lojas de Saint Tropez e da Córsega.

Outra prova de que estilo e moda verde andam juntos é a stylist e apresentadora do programa Tamanho Único (do canal GNT) Chiara Gadaleta Klajmic. Além de ter o blog Ser Sustentável com Estilo, ela organizou no ano passado quatro edições do Bazar Sustentável, que a partir deste ano será realizado também no Rio e em Porto Alegre. Nele, Chiara vende acessórios da sua marca de Tarantula, feita com resíduos têxteis, e garimpa peças de outras iniciativas verdes.

Chiara também está lançando um loja virtual de artigos com preocupação sócio-ambiental. O nome – Identidade 55, em referência ao nosso código telefônico – não podia ser mais atual e global, provando que o Brasil tem mesmo de apostar na eco-fashion.

FONTE:jornal Estadão, 26 fevereiro de 2010.

É ISSO AI...ESTAMOS NO CAMINHO CERTO ;)

# Idéias ECO #

Copos comestíveis evitam o uso de descartáveis



E se você pudesse comer o seu copo? Essa é a proposta do Jelloware, um copo biodegradável e comestível. Designers americanas do grupo The Way We See The World, viram que um copo produzido inteiramente com Agar Agar, uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas, era possível.

A divertida invenção ainda pretende acabar com os copos plásticos que tanto poluem o planeta. Já que é biodegradável, os copos podem ser depositados diretamente na terra ou na grama, o que alimenta o crescimento da planta, ou pode ser consumido, como a casquinha de um sorvete.



Os copos possuem vários sabores, entre eles limão, hortelã e beterraba, e se adequam ao sabor de cada bebida depositada no produto. “Jelloware muda o conceito de consumo, e proporciona uma nova experiência, seja sentindo o gosto, o cheiro, o movimento ou até mesmo eliminando na natureza” diz o grupo de designers em seu site oficial.

O problema dos copinhos plásticos

Com o calor típico de um país tropical, é comum o consumo de água em copos e garrafas plásticas. Se jogados no lixo após a utilização, os copinhos tornam-se um grande problema para o meio ambiente.



Esses materiais levam cerca de 500 anos para se decompor, poluindo o meio ambiente e matando animais, que se confundem achando que são alimentos.

*extraído do blog da eco4planet, postado por EcoDesenvolvimento.
http://www.eco4planet.com/pt/

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Look book verão 2011! > Mimos de Maria...

Neste sábado que passou (31/07) rolou a produção fotográfica da nova coleção, verão 2011, Mimos de Maria. Num lugar perfeito para a proposta o resultado não podia ser outro...as fotos remetem aquele clima de verão que a gente adora: do balanço na rede aos pés descalços na areia...as imagens nos convidam a pensar que verão é mesmo tudo de bom!
Alto astral e bons fluídos em figurações simples, que refletem exatamente isso, toda boniteza que é a simplicidade da vida. É essa coisa de mulher brasileira que a gente tem na alma, de ser forte e delicada, sempre com um sorriso no rosto.
Só vendo mesmo pra entender...
Logo, logo serão públicadas aqui e nos outros meios (orkut, face book, loja virtual, etc...)
...E que venha o verão...!

quem segue